1850

A História

A AUTENTICIDADE DENTRO DE UMA GARRAFA DE PERIQUITA

Há mais de 160 anos que nos sentamos à mesa e, de copo cheio de emoções, celebramos a nossa autenticidade, dentro de uma garrafa de Periquita não está apenas um bom vinho. Inspirado na vida portuguesa, no nosso orgulho e trabalho, cada golo deste vinho é um brinde
à portugalidade.

Da tradição nasceu um vinho, um nome, uma marca. Respeitando o passado e as suas origens, Periquita é um vinho com espírito, com a alma de um povo único, que se soube reinventar
e modernizar, sem esquecer como e onde nasceu. Onde tudo começou.

1880

A ORIGEM

O MAIS ANTIGO VINHO DE MESA PORTUGUÊS

Originário da propriedade onde o mais antigo vinho de mesa português viria a ser produzido, a Cova da Periquita, o Periquita foi dos primeiros vinhos a ser engarrafado, pois na perspectiva de José Maria da Fonseca a comercialização de vinhos engarrafados evitava quaisquer adulterações e promovia a imagem de marca dos produtos da sua casa. Da mesma forma, anteviu os benefícios do investimento na imagem, na divulgação e na personalização dos produtos, sem nunca esquecer a qualidade. A concepção e impressão dos rótulos do Periquita foi encomendada a um artista parisiense. As garrafas eram fabricadas em Inglaterra e as rolhas eram seleccionadas, por um técnico Catalão. A qualidade do Periquita cedo se evidenciou no mercado nacional, tornando-se um dos vinhos mais premiados da José Maria da Fonseca.

1950

FORTE CRESCIMENTO

DA TRADIÇÃO NASCEU UM VINHO, UMA MARCA DE FORTE CRESCIMENTO.

Some-se à casta predominante Castelão (introduzida na região de Azeitão por José Maria da Fonseca) uma pequena percentagem de Trincadeira (outra casta tradicional da Península de Setúbal) e Aragonez, e eis o Periquita tinto. Vinho de corpo e cor fortes, que 160 anos após a sua criação, pelo próprio José Maria da Fonseca, mantém o seu vigor, reforçado nos anos 50 com o início da retoma de um forte crescimento e dinamismo na procura interna, o que voltaria a fazer dele um fenómeno de popularidade dentro e fora de Portugal.

1993

CONFRARIA DA PERIQUITA

PROMOVER O PRESTÍGIO E A TRADIÇÃO DO VINHO

Segundo reza a crónica do Primeiro Grande Capítulo Anual, foi a Confraria da Periquita criada “para promover o prestígio e a tradição do vinho do mesmo nome, divulgar as suas características singulares de aromas e sabores e proporcionar momentos de glória a todos os seus apreciadores”.

Desde a sua criação, em 1993, a cada dia 31 de Maio, aniversário do nascimento de José Maria da Fonseca, dá-se o encontro do Grande Capítulo Anual, numa cerimónia onde são entronizados novos Confrades e Confreiras. A Confraria do Periquita conta hoje com cerca de 230 membros de 14 países diferentes e integra personalidades dos mais variados campos da sociedade portuguesa e estrangeira.

2004

PAISES NÓRDICOS

PERIQUITA VESTE-SE DE BRANCO

Corria o ano capicua de 1881, quando se deram as primeiras exportações de Periquita para o Brasil, já então o principal mercado dos vinhos da empresa. Para tal muito contribuiu a excelente rede de agentes de José Maria da Fonseca em importantes praças comerciais brasileiras tendo contribuído de forma decisiva para o rápido sucesso fora de portas.

Atualmente, para além do mercado brasileiro, continua a tradição de levar a outros povos um dos vinhos mais representativos da Portugalidade. Um vinho com história e expansão mundial.

2013

NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO

O NOME QUE SE CONFUNDE COM A PRÓPRIA HISTÓRIA

Constituindo-se como uma das marcas mais antigas de Portugal, com uma nova imagem de marca renovada e enaltecendo as suas raízes e Portugalidade, hoje em dia o Periquita está presente em mais de 60 mercados, desde a Europa (com forte incidência na Suécia, Noruega e Dinamarca) à América Latina (onde no Brasil é o vinho europeu mais vendido), passando pelo mercado norte-americano e canadiano. Ao longo dos seus mais de 160 anos, o Periquita revelou-se um caso ímpar da vinicultura portuguesa, não só em termos de longevidade mas sobretudo na sua grande capacidade de renovação e modernidade.